terça-feira, 13 de maio de 2014

Amor de mãe é ser transparente com os filhos quando já adultos. E não passar a mão na cabeça deles concordando com todo o egoísmo que o faz ficar ainda mais distante da família.
Ontem após o enterro (...) que com certeza sempre é muito triste perder alguém da família... No entanto vejo a "morte" sempre como oportunidade para olharmos para dentro de nós mesmo e refletir nossa "vida que é tão breve".
Olhar o "morto" no caixão é fazer você pensar que um dia você também estará naquele caixão. Um dia. Cedo ou tarde.
No entanto... Para alguns parece que a cada velório... Cada enterro... O coração vai endurecendo de tal forma que aquilo não atinge mais seu "ego". É normal a morte. Fato. Faz parte do ciclo da vida. Ninguém é imortal. E graças a Deus que ninguém é imortal. Pensa que "narcisismo" seria a imortalidade. Um caos completo.
Meus filhos continuam enxergando a vida com ótica de que a vida é voltada para eles mesmo. Não é. Nunca foi para ninguém. Nunca será.
E coração de mãe sempre quer acreditar que poder acontecer uma mudança. Que todo o sofrimento já passado pode trazer benefício. Honra. Crescimento. Maturidade.
Mas não é como "um coração de mãe..." pensa...
Disse para minha irmã e meu cunhado se meu filho fez uma escolha (e que fez mesmo... Eu mesma disse para ele no dia das mãe... Meu filho... Você fez uma escolha... Não tem sentido falar desse jeito...) Tinha perguntado pelo irmão... E que o mesmo tinha se afastado... Por onde ele andava...
É isso que digo para minhas irmãs. Amor de mãe.
 
13.05.14  (18.58)


domingo, 11 de maio de 2014

DIA DAS MÃES.

Trago o meu filho dentro de mim. Os anos se passaram e naturalmente o tempo se encarrega de fazer com que (nos força) nos levantemos porque a vida segue... A dor que permanece vai minando sua alma, destruindo todo o seu ser... Acredito que é mais forte que a própria dor que insiste em ficar porque não aguentaremos. Não. A dor é violenta.
Trago minha mãe dentro de mim. Eu a amava tanto. Minha amiga. Minha pastora. Minha mãe. E minha filha. Contudo, acredito que pelo fato de Deus ter tomado meu filho antes... Fiquei muito mais preparada para a saudade de mamãe.
Ontem estava com o coração apertado. Doía demais. A saudade do filho... A saudade da mãe... Lembranças de um pai... Lembranças... Saudades...
E fica muito mais forte quando você pensa nos que estão com você. Porque os que estão com você estão mais distantes do que "aqueles que partiram..."; e você precisa do abraço. Você precisa do aconchego dos seus laços familiares.
Não tenho saudades do pai dos meus filhos. Seria hipocrisia escrever que sinto saudades. As vezes ( e tem várias vezes inclusive...) eu lembro dele. Das loucuras. Do desespero que foi minha vida com ele e com meus filhos. De tudo que passamos... Tudo que vivemos... Com certeza o bem precioso que tivemos juntos foi "nossos filhos". Lamento por nós não sermos pessoas estruturadas para que nossa família crescesse em um ambiente sadio. Perdemos. Perdemos muito.
Quando penso nisso tudo... Com certeza ele perdeu muito mais do que eu porque não teve tempo de conhecer seus netos. Não teve tempo de ver seus filhos se tornarem adultos. Não teve a alegria que eu tive quando abençoei meu filho na sua formatura. Não teve a alegria de estar junto com os filhos no hospital quando seus netos nasceram.
Mas foi poupado com certeza da dor profunda (dor que nunca se acaba... Aquela que concordo com o Padre Fabio... O parto as avessas...) de velar seu filho morto. De enterrar um filho. Com certeza ele realmente foi poupado.
A vida é desse jeito. Cheia de mistério.
Não. Não tenho saudades nenhuma do pai dos meus filhos.
Não queria que fosse assim.
E quando você está com seus filhos e como uma mãe (um coração de mãe... o instinto materno que é profundo...) que sente que eles não são felizes... E que não depende mais de você para que sejam... Ou que talvez você perceba que nunca dependeu... Porque chegar até onde eu cheguei "foi na força e no poder" de Deus (Na Pessoa do Espírito Santo) porque também fui para um casamento completamente sem estrutura familiar.
Hoje está terminando o dia das mães. Isso é tolice. Isso de fato é comercio.
E os outros dias? O dia após dia? O abraço que você precisa para continuar vivendo... A voz que você precisa ouvir para continuar prosseguindo. O sorriso que você precisa para lavar sua alma. O colo que muitas vezes desesperadamente quer oferecer porque mãe tem o instinto de trazer para junto do coração. Seja no ventre... Seja um recém nascido... Seja com 10 anos... 20 anos... 30 anos...
Eu amava deitar no colo da minha mãe. Eu deitava no seu colinho e ali ficava recebendo seu carinho nas suas mãos que "curavam" a dor...
E mãe também gosta de colinho. Não por manha... Não para chantagear sentimentos... Como cobranças... Não. Apenas um colinho do afeto.  
Quantas vezes me deitei (me aconcheguei no peito...) nos braços do meu filho. Ele simplesmente me abraçava. Apenas me abraçava.
Isso não tem preço. Não tenho mais esse laço profundo que tinha com ele... Apenas a essência do filho que um dia permitiu que eu fosse sua mãe.
Gostaria que fosse assim com meus outros filhos. Gostaria que eles permitissem de fato ser "mãe".
Não como costumam me ver... Tudo besteira. Cometi tantos erros. E de fato tem suas consequências... É verdade. Mas penso que hoje apenas quero ser "mãe".
Como um dia "minha mãe" foi para mim. Em Nome de Jesus.



sábado, 3 de maio de 2014

LUTANDO CONTRA INDIMIDAÇÃO

A certeza de ir no Café dos Pastores ficou na intimidação de uma noite inteira lutando contra os obstáculos. Eu realmente não entendo. Uma noite tão ruim não poderia pela manhã cedo atravessar os paredões da minha alma. (é um desgaste muito grande estar se esforçando todos os dias e noites para vencer a intimidação por meio de crise de dores). Poderia com certeza ter ido sim. Estava acordada a noite inteira... Enfim... Mas de pensar das dificuldades de estar lá todas aquelas horas naquela cadeira... (...) Estou com o choro engasgado dentro de mim. Tem dias que não dá para segurar mesmo. Porque você está livre completamente e ao mesmo tempo é como estar aprisionada pela enfermidade. Tem momentos que você enfrenta mesmo... E vai... E mesmo com a dor você consegue superar... Mas tem dias que parece ser impossível.
E parecia que hoje eu iria mesmo. Não fui. E estou frustrada. Completamente frustrada. E infelizmente transferindo tudo para a compulsão. Isso é ridículo porque não me leva a lugar nenhum... Ou melhor... Me leva a me sentir mais frustrada ainda porque meu peso vai aumentando. Que sensação é essa meu Deus?
Hoje li no face que "quem quer" consegue, mas quem "não quer..." sempre tem uma desculpa. Pode ser. Eu poderia ter ido sim mesmo com tantas dores. No entanto eu fico pensando que é sacrificado demais acumular tanto fardo (como um jugo de dor mesmo) para estar em um lugar que vai piorar ainda mais a sua situação.
E a cura? O milagre? Pois então. Outra situação.
Tem dias que é complicado mesmo. Lamente por mim. Hoje minhas irmãs irão nos Gideões e eu poderia ir com elas. Como poderia ir com tantas dores? É complicado mesmo.
Hoje estou assim. Farta! Farta de não conseguir destravar o que tanto tenho esperado.
Meu Deus. Meu Deus. Até quando SENHOR? Até quando SENHOR?
 
03.05.14        (13.47)


quinta-feira, 1 de maio de 2014

UMA PASSAGEM PARA MEDITAR.

"Semeiem a retidão para si, colham o fruto da lealdade, e façam sulcos no seu solo não arado; pois é hora de buscar o SENHOR, até que Ele venha e faça chover JUSTIÇA sobre vocês." (Oséias 10.12)
 
Certamente fala de cura e restauração. Não é para "os outros"; como as vezes você está ouvindo uma ministração e pensa; essa palavra aqui é para aquele (a) irmão. Ou mais entusiasmada ainda você pensa... Deveria estar aqui ouvindo tudo isso. Quando que na verdade é para você mesmo. A Palavra sempre é para você. Naturalmente que depois de você absorver a ministração, meditar profundamente... Refletir como essa palavra reflete em você, e como você vai "responder" a tudo que você absolveu, gerando transformação em tudo aquilo que precisa "semear" para que você possa colher; aí então, nessa semeadura de cura e restauração com certeza você vai poder pensar em alguém que precisa de ajuda. Paulo disse que primeiro somos nós consolados pelo SENHOR (Por meio de Sua Palavra e do Seu Espírito) e depois então somos levados a "consolar". A ministrar tudo aquilo que primeiramente Deus fez ( faz e continua a fazer... Porque não para nunca... É sempre um movimento de "semeadura" de retidão dentro de você.
Trabalhar na terra (na sua alma que será levada (conduzida) ao seu espírito não é tão simples quanto parece. Parece. Tanto que quando você ouve, sua ousadia vai além das portas do seu coração... Porque é mais fácil pensar que alguém tem esse tipo de problema do que parar imediatamente nessa porta e dizer que é com você mesmo.
Hoje ainda ouvi uma ministração falando sobre como Deus reponde para os nossos anseios. Para as nossas perguntas. DEUS RESPONDE POR MEIO DE NOSSAS RESPOSTAS.
Você ouve a ministração e de fato você espera... Agora que ouvi certamente Deus vai lançar uma Palavra para "confirmar" a Sua Vontade. O que na verdade ele já falou. Já confirmou. E está esperando a "sua resposta".
É verdade. Você sabe o que Ele já falou com você. E que continua falando com você. Porque é sempre a mesma Palavra seja em que Palavra for ministrada. Você sabe.
... pois é hora de buscar o SENHOR, até que ele venha e faça chover JUSTIÇA sobre vocês.
Eu penso tantas coisas em que já ouvi em muitas ministrações do meu pastor. Tomo para mim inicialmente que o SENHOR JESUS SE FEZ JUSTIÇA POR CADA UM DE NÓS. Isso é maravilhoso demais. Você já pode visualizar o "preço" da morte, morte de cruz. Você pode visualizar a cruz. A Sua salvação. E o Espírito começa a FALAR DELE. Porque Jesus disse que Ele viria para revelar tudo de SUA PESSOA. DELE E POR ELE E PARA ELE SÃO TODAS AS COISAS.
Mas tem aquela "justiça" que somente vem da parte de Deus mesmo. Justiça! Faça chover justiça sobre mim. Fazer justiça contra o meu inimigo. Contra o meu adversário. Contra o sistema corrupto onde impera Satanás por meio de homens iníquos.
Israel era descrita como uma "vinha viçosa; cobria-se de "frutos". (Oséias 10.1)
Jesus diz que Ele é a Videira e nós somos os ramos. Por meio da videira é que podemos produzir frutos. Permanecer na videira. Produzir (é dar a resposta para que Deus faça chover justiça sobre mim. )
Não posso produzir frutos bons se a terra não estiver totalmente preparada. Trabalhada. Deixar se tratar é permitir primeiramente que o Espírito Santo governe totalmente sua vida. E não para porque Jesus se move. Entra Obediência. Renúncia. Submissão. "O esvaziar de si mesmo". Não é simples esvaziar de si mesmo. Tem preço sim. Fato que Jesus já pagou o preço da morte (seu sangue derramado na cruz) um alto e bom preço diz a Bíblia. É a nossa salvação. A minha salvação. A redenção para a eternidade. No entanto tem um caminho estreito sim. Não é de qualquer jeito. Acredito que para que Ele venha em nosso coração e faça chover justiça essa cura e restauração tem que estar com uma terra (seu solo) completamente pronto. Preparado.
É uma passagem para meditar mesmo. Por ora vou encerrando minha meditação. Vou para a intimidade com o Pai. Vou buscar ao SENHOR.
Percebo que quando a passagem ministra que "façam sulcos no seu solo não arado" é porque Deus precisa encontrar em nós a "retidão".
Antes de arar a terra é precisa preparar "sulcos" para que a chuva possa descer e o coração receber essa justiça. Isso é tremendo.
Porque é essa chuva (por meio de sua justiça) é que vai permitir que eu possa depois arar a terra e consequentemente semear.
Porque para mim acredito que se não houver esses sulcos vamos cair no engano e na soberba do nosso coração enganoso. "Quanto mais produzia, mais altares construía; quanto mais "sua terra" prosperava, mais enfeitava suas colunas sagradas." (Oséias 10. 1)
Um coração reto não pode ter nenhum espaço (nenhum fragmento desse espaço) que não seja andar "em retidão" diante do SENHOR. Porque para colher a "lealdade" é um processo contínuo de semeadura. Isso é profundo quando se é levado para cura e restauração. O tremendo que somente em Deus, na Pessoa do Espírito Santo, por meio de Jesus e na autoridade do NOME de Jesus é que  essa "vinha" (eu, você, nós) acontece a transformação. O milagre da cura e restauração. Em Nome de Jesus.
 
01.05.14      (23.05)
 
 


quarta-feira, 30 de abril de 2014

MAIS UM DIA SE FOI...

Louvado Seja Deus. O nosso Deus que nos deu força e poder para continuarmos prosseguindo. Aleluia. Eu queria estar na Igreja. Mas nem tudo é como queremos. O clima está para possíveis chuvas (bronquite) então aqui estou. Mas ansiosa. Apreensiva porque queria muito estar lá. Ouvir a Palavra. Me envolver. Ouvir Deus falar comigo olho no olho. Buscar Sua Presença.
Sinceramente aos olhos naturais olhando para as circunstâncias com certeza não poderia realmente acreditar que vou congregar na Igreja.
Nada favorece. Nada. Tudo tem sido difícil. Complicado. Até mesmo atitudes (reações) que eu vejo deveriam ser interpretadas para que desista de vez. Mas quando ouço uma ministração do pastor... Quando penso no Café dos Pastores (impossível não acreditar que seja ali para ficar). Quero o "azeite" que é derramado pela vida dos pastores ali onde Deus tem usado. Tem se revelado. Eu ouço e falo para mim mesmo. "É isso. É isso mesmo". Em Nome de Jesus.
Quero me envolver. Sei que vou me envolver.  Em Nome de Jesus.
Não costumo ver jornal (noticiário sensacionalismo) mas hoje terminando o jantar minha irmã vendo... E ouvindo o jornalista dizer de recém nascidos abandonados... Não consegui evitar a curiosidade. Uma menininha encontrada em uma caixa por dois adolescentes. E a outra a própria mãe "tentou" dissimular uma situação dizendo que tinha encontrado a criança no lixo. Meu Deus. E você está ali sentada ouvindo a notícia perplexa pela situação.
Quero quer ( e ainda assim é terrível, tenebroso) que devem ser mães usuárias de drogas. Ou que sofrem a depressão após parto e ficar fora do estado normal de uma pessoa. Prefiro pensar assim porque fora disso passa a ser "monstruosidade".
Se ao menos pela dureza de coração elas levassem direto ao Conselho Tutelar (ou já deixassem no hospital) admitindo impossibilidade de ficar com filho; como no caso da menininha do lixo onde a mãe acabou confessando que ela realmente era a mãe mas que ela não queria. (nem disse que não tinha condições... o que eu ouvi foi que não queria criar a criança.
Pensei naquela passagem da Bíblia que Deus pergunta: "Pode alguma mãe (pode, será possível; é possível acontecer?) abandonar seu filho que mama? E mesmo que venha a acontecer (A Bíblia diz que parece ser impossível... porque em seguida diz que "se mesmo que venha a acontecer..."; Deus jamais esqueceria.
Penso o quanto o coração de Deus derrama lágrimas pelo mundo decaído. Tem coisa que é mistério mesmo. Como explicar? Se Deus diz em Sua Palavra que Ele mesmo "antes da fundação do mundo" já tinha gerado cada um de nós..."cada um"; como ficar diante dessas duas menininhas completamente abandonadas? Simplesmente jogadas fora?
E como entender a burocracia de uma adoção? O jornalista disse: "se tiver alguém que queira adotar... (como se nem mesmo acreditasse ser possível que exista alguém que queira adotar)". Eu creio que tem. Tenho certeza que muitas "mães" ou (família) sentiram em buscar a criança para adoção. Aí vem os obstáculos... A burocracia mesquinha... Odiosa... Injusta.
Falam de boca cheia "adoção..." quando na verdade são "impedimento" para que ocorra naturalmente, simplesmente e rapidamente. Não é para hoje. Deveria ser para ontem. Essa adoção deveria acontecer exatamente assim.
Pensei no Orfanato. Pensei na Igreja. Pensei em mim. Quando vai acontecer que a Igreja seja movida para levantar um "orfanato"? Orfanato mesmo. Desses que sabemos que são levantados em outras Nações... Como desejo em meu coração que o Espírito Santo toque todo o apostolado (começando pelo pastor presidente) para que isso venha a acontecer. Orfanatos. Creches.
Não é o que tenho ouvido que isso não é para a prefeitura? Que isso é "obrigação, dever" da Igreja?
Que a verdadeira religião é cuidar "dos órfãos e das viúvas?"
Ai meu Deus do Céu, da Terra, e do Mar e tudo que existe; toda Sua plenitude está Nele. Dele, por Ele e para Ele são TODAS AS COISAS.
Falta também asilos levantados pelas Igrejas. Não esses asilos onde apenas são visitados pelos "obreiros" que cumprem o seu papel de fazer a Obra. Não. Me refiro a Igreja levantando essas instituições para amparar essas crianças, esses idosos. Mulheres abandonadas e rejeitadas pelo marido e pela sociedade e que não tem onde deixar seus filhos para trabalharem.
Acho que é por isso que quando ouço as ministrações calorosas eu fico me sentindo identificada porque temos que chorar. Prantear. Interceder.
Quem vai chorar por essas menininhas?
O que fazer meu Bom Deus? O que fazer meu Bom Deus? Sendo Deus tão bom, tão maravilhoso; soberano, justo, Todo Poderoso, o que fazer quando teus filhinhos são jogados no lixo Pai? Que fazer meu Deus?
Impotência completa. Um Brasil corrupto. Essa maldita Copa. Pelo amor de Deus. Alguém pode explicar como tudo isso pode acontecer debaixo no nosso nariz e vivermos nossa vida normalmente? Como posso colocar minha cabeça no travesseiro e dormi em paz? Como isso é possível?
A Bíblia tem as respostas. No entanto, como entende-las e aceita-las quando crianças recém nascidas são meramente jogadas no lixo? Quando filhos estão sendo assassinados por madrastas de comum acordo pelo pai (ou mãe).
Que desespero de causa. Que desespero de causa.
Ai a gente vai no Culto. Aleluia. Gloria Deus. E sai de lá mesmo em crise... Como eu tenho saído... aquebrantada pelas verdades ministradas ao meu espírito... Muitas vezes motivada pelos "sonhos e projetos" colocados com esperança em meu coração?
Mas porque não acontece? Porque não acontece?
Oro. Choro. Intercedo. Clamo. Suplico. Hoje não fui ao Culto. Quem sabe amanhã eu tenha condição de estar lá no Culto da Oração. (Intercessão pelo Reino).
Quero estar lá. Preciso estar lá. E volto para casa novamente em crise. E fico desnorteada porque tem um grito de agonia dentro do meu coração.
Em nome de Jesus.
 
30.04.14        (21.45)
 


DEVERIA... MAS NÃO VOU... FAZENDO A MINHA PARTE...

Eu deveria ir na Igreja. Tem duas semanas que não vou por causa da bronquite e das dores intensas (fibromialgia). Nessas situações que dá uma vontade enorme de ter alguém do seu lado para caminhar com você. Tipo (rsrsrsr...) como as crianças falam... Tipo assim... Que tenha um carro. Porque seria com certeza tudo de bom. Ir cedo. Pegar um lugar preferido (não me refiro a lugar cativo... isso não... no entanto... bem na frente...) e poder voltar com tranquilidade para casa... Sem se preocupar com horário de ônibus e outras situações como ficar tensa por ser abordada... Eu tenho fé. Eu creio sim que Deus é conosco. No entanto... A Bíblia diz que é tanto para o bom quanto para o ruim. É tanto para aquele que é crente (filhos de Deus) como aquele que não professa a fé em Cristo Jesus. Não estamos imunes absolutamente nada. Temos sim que fazer a nossa parte.
Quando o pastor prega mesmo eu gostaria de não me preocupar com nada disso. Ficar até o final... Ouvir o apelo... Ir para frente... Para o centro do "chamado...". O pastor diz; se essa Palavra tocou você irmão (a) venha, venha para frente. Venha!
Ai você olha o relógio... Nossa. E tudo sai do foco... A unção  que estava ali movendo dentro de você já parece escapar porque a apreensão toma conta e como diz o meu mano Caetano (puf puf puf_) Se esvai...
Hoje foi aniversario do meu cunhado. Não deu para fazer festa. Mas acredito que para ele isso é de menos. Porque a celebração está dentro de cada um de nós. O prazer de estar com ele e a alegria de poder abraça-lo.
E como costumo sempre dizer... O que estavam celebraram a vida (a festa... o evento...a data...) e os que não estavam... Perderam. Sempre perdem. Mesmo com as justificativas justificadas. Pensa! Tem o que simplesmente "esquecem", como se não fizesse mais parte de suas vidas. Outros talvez até lembrem... Eu não sei... Mas também por seus motivos... (misericórdia...) fazem a escolha de estarem presentes. Alguns acham que não vindo por "algum motivo também..." vão fazer falta. Ou que estão mostrando que são "mais...", tipo, superiores. Aqui já não me refiro ao aniversário do meu amado Clodi, e sim de um modo geral.  Aniversários... Pascoa... Natal... E vai por aí celebrando... E sendo celebrados...  Os presentes e os ausentes... O que fizeram toda a diferença... E os que não fizeram diferença nenhuma. Tem tudo isso.
O mais triste  ( chocante, deprimente e mesquinho) é que quando o inesperado "morte" bate a porta... Ai que são elas... Ai vem choro... Lamentos... Frases... Lembranças... Saudades... Do porque... Porque... Frases... Palavras...
Enfim... Sempre acontece assim. Sempre. E não estou julgando ninguém  porque afinal de contas acontece com todos. É como a morte na família... Aí aparece primos... Tios... Parentes que estão longe (de tão longe que parece até que já morreram... para nós... porque a distancia vai cauterizando esses laços que deveriam estreitar ainda mais... )
Ai todos choram. Recordam... ai... ai... ai... Se... Se... Mas... E as vezes até na conversa enlutada resolvem marcar "encontros" para que não venha acontecer na próxima morte.
Hoje pensei também nos irmãos em Cristo Jesus. Estão dispersos... Estão dispersos com seus próprios problemas... A vida do dia a dia... Como se tudo fosse normal.
Porque somos assim? Porque somos assim?
Não deveria ser assim. O que acontece? Porque acontece?
Tem uma frase bem idiota que diz; só é vivo é quem aparece (será mesmo essa frase), ou quem está vivo aparece... Mas... Estamos vivos... E porque ninguém aparece? Jesus querido. Assim somos nós seres humanos.
Que Deus me perdoe. Como somos falhos. Como somos humanos.
Em Nome de Jesus.

30.04.14          (18.38)


sábado, 26 de abril de 2014

EU NÃO ENTENDO...

Meu coração novamente entrou em aflição de espírito. Eu não entendo. Porque eu não sou assim. Sei que não sou assim.
Ou será que também sou assim e eu não percebo? Não. Tenho tanta sensibilidade quando alguém está com dor porque eu sei o que é estar com dor 24 horas constantes. Não me fecho porque estou com dor. Fico frágil sim com certeza. Abalada porque a alma se ressente. Mas não me fecho como se tivesse acontecendo algo... Alguma coisa...
Sou assim. E já percebi que a densidade da atmosfera voltou a me envolver porque fica muito perceptível. Será que fiz alguma coisa que não percebi?
"Ouve-me, ó Deus, quando faço a minha queixa; protege a minha vida (nossas vidas) do inimigo ameaçador. (nosso adversário) Defende-me da conspiração dos ímpios e da ruidosa multidão de malfeitores." Coloco isso como demônios que estão em derredor.
Lembro que quando mamãe ficar com dor de cabeça ela também mudava completamente. Alguma coisa alterava nela e isso refletia em mim de forma negativa.
Hoje é isso. Ou talvez por uma coisa que deixei de fazer.
Mais do que um salmo... Mais do que o salmista estar falando de "humanos"; quando leio, transfiro para o espiritual. Nas hostes espirituais nas regiões celestiais. "Eles afiam a língua com espada e apontam como flechas, palavras envenenadas. De onde estão emboscados atiram no homem íntegro; atiram de surpresa sem qualquer temor.
Animam-se uns aos outros com planos malignos, combinam como ocultar as suas armadilhas e dizem: Quem as verá? Tramam a injustiça e dizem: Fizemos um plano perfeito!
A mente e o coração de cada um deles o encobrem."
Fiz jejum hoje até um horário onde meus limites alcançaram (muita dor de cabeça); no entanto, meu coração continua enganoso. Poderia ter continuado. Deveria ter continuado. A necessidade no espiritual se faz presente. Necessária em Nome de Jesus.
E a tarde acabei esquecendo que ia também juntamente com mana não tomar café por um mês. Foi isso? Um mês?
Tinha combinado com a outra mana que ficaria na casa dela hoje para combinarmos o jejum de Daniel. Desisti. Sou instável demais. Pensei na volta do passeio... Não. Não é o momento de ficar fora. Deveria ter ficado.
Acabei também esquecendo do voto de não tomar o café.
Tudo isso nada é novo. Estamos em guerra espiritual. E Deus tem mostrado (assentado no meu coração) que é possível eu fazer sim. Mais do que possível é preciso fazer sim. Em Nome de Jesus.
Tanto que queria orar pela mana e não tive autoridade para ministrar à ela. Porque a atmosfera estava novamente densa. Sombria.
Uma dor de cabeça por mais intensa que seja não afeta mana a não ser que esteja acontecendo mais alguma coisa. Ela me disse que não. Mas não esboçou paz. Tranquilidade. Ficou muito seria. E eu penso... Meu Deus... O que houve dessa vez meu Deus?
Não é somente a dor de cabeça. Embora que eu sei que vem aí um resfriado daqueles... Mas não é só isso.  
Eu não entendo. Mas acontece. Isso é ruim. Porque então tudo que se fala acaba ficando ao vento... E quando volta a acontecer... Vem com muito mais peso.
Sangue de Jesus tem poder em nossas vidas. Tem misericórdia de nós ó meu Deus e Pai. Não permita que venha a acontecer o que nos traz tanta tristeza. Dor e lágrimas. Em Nome de Jesus.
 
26. 04. 14    (22.16)