Não tenho mais vontade de parar de escrever... Aproveitar que está fluindo... Escrever o que está no coração... Assim diz o SENHOR; falamos (e também fizemos...) O QUE ESTÁ DENTRO DO CORAÇÃO. Eu quero botar tudo para fora. Eu preciso. É preciso. Tenho por certo que o inimigo continua ao derredor (porque eu acredito) e tem ganho espaço em minha vida quando está sempre cirandando... Querendo tragar minha vida. Destruir aquilo que conquistei em Deus, por meio do meu SENHOR e SALVADOR.
Eu acordo. Me levanto. E sei que isso tem detonado com os planos de Satanás. Um destruidor que tenta. Ele levanta e tem que cair. Pois está já declarado. Sentenciado. Ambos sabemos o nosso futuro. Ambos para a Eternidade. . Com uma diferença; ele para a morte eterna e eu para a vida eterna. E é aqui que tenho que conquistar a Vitória já alcançada por Jesus Cristo. Não posso mais permitir viver do jeito que ando vivendo.
E vou começar do zero. Voltar ao primeiro amor. Me submeter com humildade o que tem que ser feito. Já dei o primeiro passo (já tinha dado alguns tantos passos... Mas voltava... Parava no meio do Caminho...)
Agora é voltar a Congregar. Voltar a OBEDECER. ABRALAR a VISÃO DA IGREJA. Agora mais do que nunca eu sinto que é ali mesmo que Deus tem me esperado. "ESSE É O CAMINHO. ANDAI NELE." E vou chegar lá. Depois da morte de mamãe comecei a acreditar que não era, que eu tinha voltado meu coração a ficar lá por causa dela. Para ficar com ela. Que ela precisava de mim. Estou rindo comigo mesma (rsrsrs...) porque eu é que precisava da mamãe. Ela sempre foi líder. Nunca se acovardou diante das setas do inimigo. Não mamãe. Jamais! Em Nome de Jesus.
Acho que finalmente estou começando a entender o que é fazer alguns planos... Desejar no coração algumas realizações... Acho que é isso que está acontecendo. Em Nome de Jesus.
Meus filhos (bem ou mal...) estão casados. (bem... no momento... eu não sei...) Resolvidos com suas próprias famílias. Seus filhos. Sua parentela... Parentela... Hoje acho que eu sou uma "parentela" que mete o nariz onde não é chamada. A sogra dele passou a ser (que antes representava a figura do pai dele...) a "mãe" que está apostando nele. Respeitando ele. Está em "alta" com meu filho. Será que ela já fez as pazes com a mãe dela? Porque eu não estou em alta com ela. Pelo contrário... Zangou! Ficou magoada. Está sentida. Tão frágil minha norinha... Quem não a conhece... Uma doçura em pessoa. E com certeza é uma boa pessoa. Um ser humano que irradia muitas coisas boas. Enfim... Ninguém é perfeito. Perfeito somente o Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele mesmo disse para aquele jovem... "Porque você me chama BOM? BOM É MEU PAI. Jesus disse isso. Perfeito!
A verdade é que minha nora nunca foi minha amiga de verdade. Sempre foi um relacionamento muito distante... Algumas vezes demonstrou carinho... Amizade... Certamente ela como a outra que tem feito planos para o futuro... Para ordem cronológica da vida... Ela ainda guarda muitas mágoas em relação ao início do relacionamento deles. Soube por ele que ficou magoadíssima quando soube que eu tinha falado para uma irmã da igreja onde eu congregava do jeito (olha o jeito... não tem jeito... o jeito entrando novamente no contexto...) que ela era com meu filho. Nunca conversamos sobre isso. Até quis conversar com ela... Ele não deixou... Ele nunca deixou eu falar abertamente com ela... Cheio de não me toques... De dedos... Dando mais força ainda para que o relacionamento enfraqueça.
É desse jeito! Não é desse jeito. No entanto... É desse jeito que acontece. Que são as coisas. Sem transparências... Com máscaras... Vivendo no me disse me disse que não disse mas disse... Acabando no estou de mal... Estou sentida.
Nesses três dias passei como Noemi ( seu nome antes era Mara... significa amarga... naquele tempo... Pelo menos assim diz a Bíblia) fiquei amargura de alma. Acreditei que minha nora representou a Rute em minha vida em seguida me dando um "neto maravilhoso". Ela me tirou quando ele começou a me rejeitar... A me chamar pelo apelido... Ela sabia que ia me ferir profundamente... Ah meu Deus! Como me feriu. Não estou mais amarga. Estou segura. Certa que minha vida com a separação deles trouxe uma nova fase (oportunidade para levantar-me em fé e alçar voo...) Em Nome de Jesus.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Não paro de pensar em minha vida. Em tudo que eu já vivi. É um passado mesmo. Não posso comparar minha vida (meu relacionamento com o pai dos meus filhos... meu relacionamento com meus pais... família... A saúde comprometida desde infância... Um casamento falido... Disfuncional...) com o que meus filhos estão vivendo. Com certeza eles também estão procurando viver naquilo que eles alcançam.
No fundo eu sei que não sou uma pessoa (mãe...) que eles possam realmente contar. Eu posso até ter mudado bastante... Me esforçado o quanto penso que poderia fazer diferença... Mas sei que não é assim. Nunca fui uma mãe de frente. Otimista. Talvez não tenha nem o perfil de "mãe". Nem toda mulher nasce para ser mãe. É uma verdade.
Tudo que passei com o pai deles... Uma mulher que se respeitasse de verdade... Não permitiria que os filhos sofressem tanto. Teria feito o que uma mulher guerreira faz. E ponto!
Sem contar... Que depois perdoava o pai deles... Eles sempre foram maltratados... É. Uma vida difícil. Ruim. Complicada.
E quando a depressão veio... Aí então eu creio que perdi todo o respeito dos meus filhos. Não posso esperar nada dos meus filhos. É muito fácil pedir perdão (estar verdadeiramente arrependida...) quando dentro deles uma vida inteira foi martirizada.
Não sei se já fui punida o suficiente. Penso que depois da segunda feira... (20.01.14) Quando sofri dores de parto as avessas... Será que já fui punida o suficiente?
Não tenho o amor dos meus netos. (primogênito...) Sei com toda certeza que até um pouco antes da separação desse filho... Meu neto caçula (meu lindo galego) realmente me tinha como avó. Um relacionamento de avó para neto. De neto para avó.
Mas já vi as consequências da separação... Agressivo. Egoísta. (1 ano e l0 meses...) e me rejeitando... Não me chamando mais de Bobó... Me afastando com suas mãozinhas... Vi ele duas vezes depois da separação... Deveria tê-lo visto no domingo... E no domingo foi decidido no coração que viriam grandes tormentas... A ida sozinho com meu menino para visitar a outra vó... O telefone a noite... Uma conversa que eu acreditei... Porque não acreditaria?
A viagem a noite... Novamente outro telefonema... A reação... (minha inquietação... com aflição...) a promessa de estar comigo no outro dia... Que tormento! Que pesadelo!
Já perdoei meu filho. Estou de braços abertos para ele. Inclusive para minha "ainda nora...". A conversa por aí é que eles estão voltando... (Alguém pode contar outra novidade?) E quem pode pensar que eu estaria contra? Estava do lado do meu filho. Da decisão que ele custou tanto a tomar... Talvez já estejam juntos.
Quanto tempo levarão para virem aqui?
Talvez nem venham... Não sei. O que sei é que dessa vez vai ser diferente. A única coisa que vou dizer é que "nunca mais" quero ouvi-los falando mal um do outro (principalmente meu filho... que sucumbia em agonia...) e que realmente sejam felizes. Parem de contracenar no "teatro da vida". Que pode ser diferente com eles em relação ao filho que eles quiseram tanto. Sinto em meu coração que logo virá outra gravidez... Quem sabe? Talvez esteja enganada. Mas parece tudo tão obvio após uma crise de separação. Concordo com meu cunhado... Que se eles não permitirem a cura e restauração... O resgate do respeito e da dignidade... Da próxima vez será muito pior... É fato. A vida é uma escola contínua. E não perdoa. Se tiver que reprovar. Reprova!
O que sei é mesmo meus filhos não vendo nenhuma coisa positiva em mim... Por certo que eu vejo. E tem que ser eu mesma. Eu trago "essas marcas... como um soldado ferido... Costumo dizer... Entre mortos e feridos...", e ninguém pode roubar ou ridicularizar tudo isso já vivido.
Não posso mudar o que foi vivido. Não posso mudar o tormento que foi a vida deles. O que sei é que estou querendo sair desse "meu aprisionamento" familiar.
Eles são livres. Eu também sou livre. Eu não devo mais nada para eles. Eles também não devem. Eu disse isso para o filho primogênito e para sua mulher... Não devo nada para vocês. Nada! Exceto o amor. E o tempo se fará dizer... E o tempo determinado já está lavrado pelas Mãos de Deus. Não sei do futuro. Mas sei que tenho chance (oportunidade) para alçar um lindo revoar...
Estava tensa no que diria para o Apóstolo... Poderia até desmarcar... Como fiz na aula de Pilates (de tão ruim que me encontrava... ) e tudo continuaria como antes. Não quero continuar como antes. Acredito que finalmente começo a sair do "Vale de Baca".
Vou esperar minha mana viajar... E depois vamos estudar. Como será? Não sei. As dificuldades estão latentes... Como pedras... Mas vou estudar. E vou mergulhar na humildade de admitir que tenho problemas de me relacionar mesmo.
Deus sabe o quanto vai ser difícil para mim. Mas eu vou enfrentar. Eu vou me posicionar. Em Nome de Jesus. Se eu vou conseguir? Não sei. Uma coisa eu sei. Que eu vou fazer. Vou enfrentar meus medos... Vou enfrentar algumas covardias causadas pelo medo... Pela insegurança... Pela enfermidade... Enfim... Contudo terei o prazer de dizer que fiz. Que realmente fiz. Em Nome de Jesus.
24.01.14
No fundo eu sei que não sou uma pessoa (mãe...) que eles possam realmente contar. Eu posso até ter mudado bastante... Me esforçado o quanto penso que poderia fazer diferença... Mas sei que não é assim. Nunca fui uma mãe de frente. Otimista. Talvez não tenha nem o perfil de "mãe". Nem toda mulher nasce para ser mãe. É uma verdade.
Tudo que passei com o pai deles... Uma mulher que se respeitasse de verdade... Não permitiria que os filhos sofressem tanto. Teria feito o que uma mulher guerreira faz. E ponto!
Sem contar... Que depois perdoava o pai deles... Eles sempre foram maltratados... É. Uma vida difícil. Ruim. Complicada.
E quando a depressão veio... Aí então eu creio que perdi todo o respeito dos meus filhos. Não posso esperar nada dos meus filhos. É muito fácil pedir perdão (estar verdadeiramente arrependida...) quando dentro deles uma vida inteira foi martirizada.
Não sei se já fui punida o suficiente. Penso que depois da segunda feira... (20.01.14) Quando sofri dores de parto as avessas... Será que já fui punida o suficiente?
Não tenho o amor dos meus netos. (primogênito...) Sei com toda certeza que até um pouco antes da separação desse filho... Meu neto caçula (meu lindo galego) realmente me tinha como avó. Um relacionamento de avó para neto. De neto para avó.
Mas já vi as consequências da separação... Agressivo. Egoísta. (1 ano e l0 meses...) e me rejeitando... Não me chamando mais de Bobó... Me afastando com suas mãozinhas... Vi ele duas vezes depois da separação... Deveria tê-lo visto no domingo... E no domingo foi decidido no coração que viriam grandes tormentas... A ida sozinho com meu menino para visitar a outra vó... O telefone a noite... Uma conversa que eu acreditei... Porque não acreditaria?
A viagem a noite... Novamente outro telefonema... A reação... (minha inquietação... com aflição...) a promessa de estar comigo no outro dia... Que tormento! Que pesadelo!
Já perdoei meu filho. Estou de braços abertos para ele. Inclusive para minha "ainda nora...". A conversa por aí é que eles estão voltando... (Alguém pode contar outra novidade?) E quem pode pensar que eu estaria contra? Estava do lado do meu filho. Da decisão que ele custou tanto a tomar... Talvez já estejam juntos.
Quanto tempo levarão para virem aqui?
Talvez nem venham... Não sei. O que sei é que dessa vez vai ser diferente. A única coisa que vou dizer é que "nunca mais" quero ouvi-los falando mal um do outro (principalmente meu filho... que sucumbia em agonia...) e que realmente sejam felizes. Parem de contracenar no "teatro da vida". Que pode ser diferente com eles em relação ao filho que eles quiseram tanto. Sinto em meu coração que logo virá outra gravidez... Quem sabe? Talvez esteja enganada. Mas parece tudo tão obvio após uma crise de separação. Concordo com meu cunhado... Que se eles não permitirem a cura e restauração... O resgate do respeito e da dignidade... Da próxima vez será muito pior... É fato. A vida é uma escola contínua. E não perdoa. Se tiver que reprovar. Reprova!
O que sei é mesmo meus filhos não vendo nenhuma coisa positiva em mim... Por certo que eu vejo. E tem que ser eu mesma. Eu trago "essas marcas... como um soldado ferido... Costumo dizer... Entre mortos e feridos...", e ninguém pode roubar ou ridicularizar tudo isso já vivido.
Não posso mudar o que foi vivido. Não posso mudar o tormento que foi a vida deles. O que sei é que estou querendo sair desse "meu aprisionamento" familiar.
Eles são livres. Eu também sou livre. Eu não devo mais nada para eles. Eles também não devem. Eu disse isso para o filho primogênito e para sua mulher... Não devo nada para vocês. Nada! Exceto o amor. E o tempo se fará dizer... E o tempo determinado já está lavrado pelas Mãos de Deus. Não sei do futuro. Mas sei que tenho chance (oportunidade) para alçar um lindo revoar...
Estava tensa no que diria para o Apóstolo... Poderia até desmarcar... Como fiz na aula de Pilates (de tão ruim que me encontrava... ) e tudo continuaria como antes. Não quero continuar como antes. Acredito que finalmente começo a sair do "Vale de Baca".
Vou esperar minha mana viajar... E depois vamos estudar. Como será? Não sei. As dificuldades estão latentes... Como pedras... Mas vou estudar. E vou mergulhar na humildade de admitir que tenho problemas de me relacionar mesmo.
Deus sabe o quanto vai ser difícil para mim. Mas eu vou enfrentar. Eu vou me posicionar. Em Nome de Jesus. Se eu vou conseguir? Não sei. Uma coisa eu sei. Que eu vou fazer. Vou enfrentar meus medos... Vou enfrentar algumas covardias causadas pelo medo... Pela insegurança... Pela enfermidade... Enfim... Contudo terei o prazer de dizer que fiz. Que realmente fiz. Em Nome de Jesus.
Estou quebrada. Rebentada mesmo por ter sido tão ferida sem razão. Não precisava ter acontecido o que aconteceu. Contudo... Agora vejo que foi permitido para que eu pudesse voltar a verdadeira essência do Evangelho.
Estou voltando para a essência. Por minha escolha. Por saber mesmo que estava morrendo espiritualmente. Não congregando mais. ( sem forças... sem nenhuma vontade... ) Deixando a "visão" como algo que tinha passado... Que não tinha mais sentido nenhum. Isso se torna "cegueira espiritual".
Vou me render. Ser humilde. Reconhecer que eu preciso de ajuda. Eu preciso de ajuda! Reconhecer que tenho muitas dificuldades de relacionamento. Sei que "isolamento" pela Palavra de Deus fala que não vem da parte de Deus. Tenho dificuldades de estar envolvida com os irmãos. Louvo a Deus que minha família de sangue (minhas irmãs e irmão não é assim...) eu amo estar com cada um deles. É sempre amor. Alegria. Paz.
Fui me afastando da Igreja aos poucos... Ao ponto de aceitar que poderia viver desse jeito. "O tal jeito" que meus filhos estão apontando em mim.
Sei que eu mudei. Mas eles não alcançam. E eu entendo. Não poderia ser diferente. O que não aceito é ser usada para intentos egoístas.
Algumas vezes eu falava para mamãe; não tem porque do mano mentir para senhora. Não tem por onde mentir. É um homem feito. Livre!
Livre!? Um homem com maturidade que mente já é prisioneiro dele mesmo. Infelizmente.
Meu filho semana passada disse que é... "Eu sou meio mentirosinho...". Ele superou na palavra meiga de meio mentirosinho... Mentiu o tempo inteiro e não havia nenhuma necessidade de mentir. Isso de fato eu não entendo. Que mundo vazio e hipócrita de um ser humano que mente. Que manipula as pessoas. Que articula com as palavras planejadas aos seus próprios interesses... Que por amor ao "dinheiro" se vende a uma vida miserável. Tenho por certo que não ter paz é ter uma vida conturbada.
Ontem olhava para o outro filho (primogênito) e via nele que de forma diferente... Tem vivido desse jeito... Será que esquecem do que falam? Do que acontece? Como pode chegar a mim dizendo que estou errada... Ou me acusando que acontece assim porque eu sou desse jeito... Porque bloqueei a mulher dele? Jesus! É justamente aí que eu tenho que ser quebrantada mesmo porque chega a ser ridículo. Chegando ao ponto de parecer tudo uma palhaçada. Um teatro... Onde os improvisos fazem parte das encenações...
Talvez além de eu ser "do jeito" do meu jeito... Devo ser idiota. E aos olhos deles (principalmente dessa nora) uma "cobra". A sogra que veio do inferno para faze-la infeliz.
Por isso tenho que mudar. Transformar. Transcender. E somente em Deus eu vou conseguir esse milagre. Em Nome de Jesus.
24.01.14
Estou voltando para a essência. Por minha escolha. Por saber mesmo que estava morrendo espiritualmente. Não congregando mais. ( sem forças... sem nenhuma vontade... ) Deixando a "visão" como algo que tinha passado... Que não tinha mais sentido nenhum. Isso se torna "cegueira espiritual".
Vou me render. Ser humilde. Reconhecer que eu preciso de ajuda. Eu preciso de ajuda! Reconhecer que tenho muitas dificuldades de relacionamento. Sei que "isolamento" pela Palavra de Deus fala que não vem da parte de Deus. Tenho dificuldades de estar envolvida com os irmãos. Louvo a Deus que minha família de sangue (minhas irmãs e irmão não é assim...) eu amo estar com cada um deles. É sempre amor. Alegria. Paz.
Fui me afastando da Igreja aos poucos... Ao ponto de aceitar que poderia viver desse jeito. "O tal jeito" que meus filhos estão apontando em mim.
Sei que eu mudei. Mas eles não alcançam. E eu entendo. Não poderia ser diferente. O que não aceito é ser usada para intentos egoístas.
Algumas vezes eu falava para mamãe; não tem porque do mano mentir para senhora. Não tem por onde mentir. É um homem feito. Livre!
Livre!? Um homem com maturidade que mente já é prisioneiro dele mesmo. Infelizmente.
Meu filho semana passada disse que é... "Eu sou meio mentirosinho...". Ele superou na palavra meiga de meio mentirosinho... Mentiu o tempo inteiro e não havia nenhuma necessidade de mentir. Isso de fato eu não entendo. Que mundo vazio e hipócrita de um ser humano que mente. Que manipula as pessoas. Que articula com as palavras planejadas aos seus próprios interesses... Que por amor ao "dinheiro" se vende a uma vida miserável. Tenho por certo que não ter paz é ter uma vida conturbada.
Ontem olhava para o outro filho (primogênito) e via nele que de forma diferente... Tem vivido desse jeito... Será que esquecem do que falam? Do que acontece? Como pode chegar a mim dizendo que estou errada... Ou me acusando que acontece assim porque eu sou desse jeito... Porque bloqueei a mulher dele? Jesus! É justamente aí que eu tenho que ser quebrantada mesmo porque chega a ser ridículo. Chegando ao ponto de parecer tudo uma palhaçada. Um teatro... Onde os improvisos fazem parte das encenações...
Talvez além de eu ser "do jeito" do meu jeito... Devo ser idiota. E aos olhos deles (principalmente dessa nora) uma "cobra". A sogra que veio do inferno para faze-la infeliz.
Por isso tenho que mudar. Transformar. Transcender. E somente em Deus eu vou conseguir esse milagre. Em Nome de Jesus.
24.01.14
UM DIA DESSES... (Fernando Brun, Emerson Pinheiro e Livigston)
U DIA DESSES EU VI DEUS
FALAMOS TANTO DO TEMPO EM COMUM
PROMESSAS E SONHOS QUE GUARDEI.
E CHOREI.
DE VOLTA AO MEU QUARTO DE ORAÇÃO
EM MEIO ASNUVENS E AO SOL DA MANHÃ
LEMBREI DAS PROMESSAS QUE ME FEZ.
E CHOREI.
TODA ESSA DOR ME LEVA PARA TI.
TODO O MEU CLAMOS DESAGUA EM TI.
TU ÉS FIEL E NUNCA FALHAS.
SEI QUE OUVES MINHA ORAÇÃO.
NÃO DESPREZARÁS MEU CORAÇÃO.
CERTO SERÁ TEU SOCORRO JUNTO A MIM. Louvo a Deus por letras inspiradas por homens e mulheres de Deus, por meio do Espírito Santo. trazerem aos nossos corações (meu... estou falando de mim) hinos em forma de Oração. Quando você entende... Desfruta. Glória Deus!
24.01.14
FALAMOS TANTO DO TEMPO EM COMUM
PROMESSAS E SONHOS QUE GUARDEI.
E CHOREI.
DE VOLTA AO MEU QUARTO DE ORAÇÃO
EM MEIO ASNUVENS E AO SOL DA MANHÃ
LEMBREI DAS PROMESSAS QUE ME FEZ.
E CHOREI.
TODA ESSA DOR ME LEVA PARA TI.
TODO O MEU CLAMOS DESAGUA EM TI.
TU ÉS FIEL E NUNCA FALHAS.
SEI QUE OUVES MINHA ORAÇÃO.
NÃO DESPREZARÁS MEU CORAÇÃO.
CERTO SERÁ TEU SOCORRO JUNTO A MIM. Louvo a Deus por letras inspiradas por homens e mulheres de Deus, por meio do Espírito Santo. trazerem aos nossos corações (meu... estou falando de mim) hinos em forma de Oração. Quando você entende... Desfruta. Glória Deus!
24.01.14
LENDO O DEVOCIONAL
A DIRETRIZ DOMINANTE. "Por isso te apareci." - Atos 26. 16 -
A verdade é que com o passar do tempo... Dos longos anos... Fui perdendo a "visão". O sentido do "plano da salvação".
Não é o que os meus filhos e netos pensam de mim... Ou noras que "estão sentidas" porque acreditam estarem certas. E naturalmente para elas estão certas mesmo. Em suas opiniões egoístas. Cada uma ao seu modo. A história de Rute e Noemi parece agora bem caber no contexto... Uma já de cara (de quebra) preferiu partir... Ir para o seu mundo... Suas raízes... (e em parte com sua razão mesmo... Seus pais... Sua família... Sua história...) A outra... Mais polida... Tipo auto suficiente... Pareceu ter ficado comigo... Desde que eu não me posicionasse em dizer a verdade pelo princípio da Palavra de Deus. Bastou ouvir... Ler... Porque nem mesmo me procurou para conversarmos. O que estava decidido não seria justamente eu que faria a diferença em suas escolhas... Ouvir pelo próprio filho que está sentida comigo... Novamente ouvi que desabafou certamente pelo "face...". Ah Jesus querido. Quanta hipocrisia! Não me deu a chance de me procurar para conversarmos... Nada. Da outra vez foi assim... E desse vez não está sendo nada diferente.
E o outro filho pensa que também errei... Por causa do meu neto... Para! Não seria diferente da mesma forma. Como os seres humanos são estúpidos. Complicados. A verdade estampada nos próprios acontecimentos.
No meio ou final da história... Porque com certeza voltarão... ( E Glória Deus...) Eu estou sendo (passando) por mãe que não apoia... Sogra que magoa... Vó que não tem sabedoria... Que não fica do lado... Pelo menos para estar perto do neto...
Estou exausta demais. É como tenho ouvido um hino da Fernando Brun... "Serpentes no deserto"; e você permitindo que suguem suas forças.
Chega! Não vou mais continuar nessa vida deprimente de esperar migalhas de filhos, netos e noras. É o que sou. E tenho consciência do que eu sou. E não como tenho ouvido... "A mãe é desse jeito". Não sou desse jeito. De qualquer jeito.
Contudo... Pela Palavra de Deus eles com suas razões... Eu sem nenhuma razão. Devo esvaziar de mim mesma em querer me defender. O fato de eu estar aqui escrevendo... Já é uma forma de eu estar buscando a "minha própria justiça". (Que pela Palavra Deus considera como TRAPOS DE IMUNDÍCIA"). Que horror! Esse é o Evangelho que é pregado aos quatro cantos do mundo. JESUS se faz JUSTIÇA em meu lugar para que Deus me veja justificada. (Pelo sangue de Jesus).
Tenho pensado muito nesses dolorosos três dias em que fui tão ferida por esse filho. Veio ao meu coração que "dessa situação", o Espírito Santo ministrou o que era preciso.
Minha vida está estagnada em meio as expectativas que não posso mais esperar nada. Não posso esperar nada deles. Não quero mais esperar nada deles. Vou continuar abençoando a vida de cada um deles, com os filhos (netos) e suas "esposas..." (mulheres...). A verdade é essa mesma. Uma vez que eles saem de casa... E formam família... O ser mãe... Sogra... avó... Tudo isso fica nos "bastidores". Para nós (para mim) fica nos joelhos mesmo. Amor de Joelhos cabe bem para essa nova fase em minha vida. Em Nome de Jesus.
"PORQUE DECIDI NADA SABER ENTRE VÓS, SENÃO A JESUS CRISTO, E ESTE CRUCIFICADO."
(Hino de Fernando Brun)
SERPENTES NO DESERTO
UM CAMINHO A SEGUIR.
A MORTE SEMPRE PERTO
O QUE MAIS VOU DESCOBRIR.
QUANTO MAIS VÃO ME ROUBAR
QUANTO ABUSO PERMITIR.
FUI BRAVA, FUI VALENTE
NESSA LUTA DO SENHOR.
LUTEI COM MUITA GENTE
RESISTI A MUITA DOR.
E NESSA LUTA VEIO
O CAVALEIRO DO SENHOR
E COM SEU BRAÇO FORTE
DESTRUIU O OPRESSOR. EM NOME DE JESUS.
A verdade é que com o passar do tempo... Dos longos anos... Fui perdendo a "visão". O sentido do "plano da salvação".
Não é o que os meus filhos e netos pensam de mim... Ou noras que "estão sentidas" porque acreditam estarem certas. E naturalmente para elas estão certas mesmo. Em suas opiniões egoístas. Cada uma ao seu modo. A história de Rute e Noemi parece agora bem caber no contexto... Uma já de cara (de quebra) preferiu partir... Ir para o seu mundo... Suas raízes... (e em parte com sua razão mesmo... Seus pais... Sua família... Sua história...) A outra... Mais polida... Tipo auto suficiente... Pareceu ter ficado comigo... Desde que eu não me posicionasse em dizer a verdade pelo princípio da Palavra de Deus. Bastou ouvir... Ler... Porque nem mesmo me procurou para conversarmos. O que estava decidido não seria justamente eu que faria a diferença em suas escolhas... Ouvir pelo próprio filho que está sentida comigo... Novamente ouvi que desabafou certamente pelo "face...". Ah Jesus querido. Quanta hipocrisia! Não me deu a chance de me procurar para conversarmos... Nada. Da outra vez foi assim... E desse vez não está sendo nada diferente.
E o outro filho pensa que também errei... Por causa do meu neto... Para! Não seria diferente da mesma forma. Como os seres humanos são estúpidos. Complicados. A verdade estampada nos próprios acontecimentos.
No meio ou final da história... Porque com certeza voltarão... ( E Glória Deus...) Eu estou sendo (passando) por mãe que não apoia... Sogra que magoa... Vó que não tem sabedoria... Que não fica do lado... Pelo menos para estar perto do neto...
Estou exausta demais. É como tenho ouvido um hino da Fernando Brun... "Serpentes no deserto"; e você permitindo que suguem suas forças.
Chega! Não vou mais continuar nessa vida deprimente de esperar migalhas de filhos, netos e noras. É o que sou. E tenho consciência do que eu sou. E não como tenho ouvido... "A mãe é desse jeito". Não sou desse jeito. De qualquer jeito.
Contudo... Pela Palavra de Deus eles com suas razões... Eu sem nenhuma razão. Devo esvaziar de mim mesma em querer me defender. O fato de eu estar aqui escrevendo... Já é uma forma de eu estar buscando a "minha própria justiça". (Que pela Palavra Deus considera como TRAPOS DE IMUNDÍCIA"). Que horror! Esse é o Evangelho que é pregado aos quatro cantos do mundo. JESUS se faz JUSTIÇA em meu lugar para que Deus me veja justificada. (Pelo sangue de Jesus).
Tenho pensado muito nesses dolorosos três dias em que fui tão ferida por esse filho. Veio ao meu coração que "dessa situação", o Espírito Santo ministrou o que era preciso.
Minha vida está estagnada em meio as expectativas que não posso mais esperar nada. Não posso esperar nada deles. Não quero mais esperar nada deles. Vou continuar abençoando a vida de cada um deles, com os filhos (netos) e suas "esposas..." (mulheres...). A verdade é essa mesma. Uma vez que eles saem de casa... E formam família... O ser mãe... Sogra... avó... Tudo isso fica nos "bastidores". Para nós (para mim) fica nos joelhos mesmo. Amor de Joelhos cabe bem para essa nova fase em minha vida. Em Nome de Jesus.
"PORQUE DECIDI NADA SABER ENTRE VÓS, SENÃO A JESUS CRISTO, E ESTE CRUCIFICADO."
(Hino de Fernando Brun)
SERPENTES NO DESERTO
UM CAMINHO A SEGUIR.
A MORTE SEMPRE PERTO
O QUE MAIS VOU DESCOBRIR.
QUANTO MAIS VÃO ME ROUBAR
QUANTO ABUSO PERMITIR.
FUI BRAVA, FUI VALENTE
NESSA LUTA DO SENHOR.
LUTEI COM MUITA GENTE
RESISTI A MUITA DOR.
E NESSA LUTA VEIO
O CAVALEIRO DO SENHOR
E COM SEU BRAÇO FORTE
DESTRUIU O OPRESSOR. EM NOME DE JESUS.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
BLOQUEANDO A SÍ MESMA...
E de repente... Estou bloqueando a mim mesma... Não foi no impulso... Vem tempo que tenho vontade de bloquear o face... Até mesmo o Blogger... Porque continuar escrevendo?
O tempo passou... e percebi que fui viciando no face... tinha que estar ali... lendo... respondendo... me alegrando... Me chateando... Me aborrecendo... Decepcionando... Porque as pessoas querem um face (amizade virtual?) Parece isso?
Não parece. Não respondem. E você sente que não gostam... Devo ser muito idiota mesmo. Muito! Isso tudo mesmo é uma idiotice.
Uma grande maioria usa o face para as "chamadas diretas", ou postarem "tipos..." Quem lê... Pensa que certamente do outro lado é um "sangue bom... bom caráter... alma curada... Personalidade sadia.
Tem pessoas que querem ter você no face... Será!? Ontem eu desconfiei de algo... E hoje o filho confirmou... Usar o face dele... Para poder ficar de olho... saber do que está acontecendo com você... "as chamadas fofocas..."
Isso é mesquinho. É antiético. É nojento.
Pedi ajuda para um sobrinho neto me tirar da área... Dos abutres de plantão... Chega! Não tolero. Se não quer saber de você... Se nega a falar com você... (bloqueei sem pestanejar...) como tem coragem de usar o filho para estar lendo suas coisas? Lembro de muitos anos atrás que aconteceu um fato que me aborreceu muito... Parece que a história se repete... Não. Não vou permitir.
Amo minha família. Amo conversar com minhas irmãs e irmão. Mas chega de face. Chega de se contaminar com muito do que condeno. Não posso me igualar... fazer o mesmo... Por isso bloqueei uma nora... por um motivo... (o de me rejeitar continuamente...) e a outra por me assegurar que não mudaria nada em nosso relacionamento... Com meu neto... E começa uma campanha de exposição contra meu filho. (Meu filho... que usou de maldade comigo... me ferindo profundamente). E agora... como não bastasse... Já com a confirmação que ouvi da mana os desabafos dele com meu cunhado... Vem o outro filho... E acaba me dizendo que ele também falou com ele... E me disse que "eu sou assim mesmo..." Que eu devo saber que eu sou assim mesmo.
Assim mesmo como?
Porque sou pela integridade? Pela dignidade? Pela honra? Pela verdade?
Porque quero ensina-los que poderiam viver uma vida de paz se agissem como o "Princípio" da Palavra de Deus? Que teriam vitória com suas esposas?
Mas não... Ouvi que no passado também foi assim comigo e com o pai deles... Meu Deus! Sou por acaso parecida com essas noras egoístas?
Do jeito que ele falou (e falou normalmente... e já tinha falado outras vezes... o que então é o que eles pensam mesmo...)
Sofri o pão que o diabo amassou com o pai deles. É fato. A vida deles foi um inferno!!!
Ele disse que os meus netos ( os quatro ali sentados... olhando de rabo de olho...) são como eles eram... Como era com minha mãe... Sim. O pai deles os colocava contra em tudo que podia... E no caso dos meu netos então? Se não é ela... (que faria a vez do pai deles...) então seria ele mesmo a botar as crianças contra mim?
Não. Não. É o que eu sou. É o meu jeito. Ele disse: a mãe é assim. Eu disse para ele que a mãe é assim. Eu vou dormir com esse barulho!
Estou a vontade em escrever aqui... Desabafar meu próprio coração... Sei que aos "interessados" nesse teatro... Aqui não se chegam... Ninguém se chega... A não ser aqueles que acabei sabendo (ingenuidade a minha pensar que ninguém poderia ler... ou saber o que estou escrevendo...)
Estou enlouquecida de dor. No físico. (saúde) alma e psique.
No impulso do momento... Se hoje eu tivesse oportunidade de poder ir para longe... Me afastar dos filhos que me tem como uma pessoa "que é daquele jeito...", dos netos que não me aceitam... Estou cansada. Chega de implorar amor de filhos, netos, noras. Já pedi perdão. Sei que sempre que houve oportunidade pedi perdão. Agora... se não houve o perdão... Então... Posso descansar. A Paz está comigo.
No entanto... Me encontro no ponto que aos olhos dos meus filhos sou uma "mãe" que é impossível ter "convívio...". Um relacionamento sadio no dia a dia... Sou chata. Ruim. Segundo o desabafo do meu filho com meu cunhado... Eu mato ele ou ele acaba me matando... Isso foi para acabar comigo.
E o outro não disse as mesmas palavras duras... Mas concorda que sou "daquele jeito..." e não tem jeito... A mãe é desse jeito. Meu Deus! tem misericórdia de mim meu Deus. Em Nome de Jesus.
O tempo passou... e percebi que fui viciando no face... tinha que estar ali... lendo... respondendo... me alegrando... Me chateando... Me aborrecendo... Decepcionando... Porque as pessoas querem um face (amizade virtual?) Parece isso?
Não parece. Não respondem. E você sente que não gostam... Devo ser muito idiota mesmo. Muito! Isso tudo mesmo é uma idiotice.
Uma grande maioria usa o face para as "chamadas diretas", ou postarem "tipos..." Quem lê... Pensa que certamente do outro lado é um "sangue bom... bom caráter... alma curada... Personalidade sadia.
Tem pessoas que querem ter você no face... Será!? Ontem eu desconfiei de algo... E hoje o filho confirmou... Usar o face dele... Para poder ficar de olho... saber do que está acontecendo com você... "as chamadas fofocas..."
Isso é mesquinho. É antiético. É nojento.
Pedi ajuda para um sobrinho neto me tirar da área... Dos abutres de plantão... Chega! Não tolero. Se não quer saber de você... Se nega a falar com você... (bloqueei sem pestanejar...) como tem coragem de usar o filho para estar lendo suas coisas? Lembro de muitos anos atrás que aconteceu um fato que me aborreceu muito... Parece que a história se repete... Não. Não vou permitir.
Amo minha família. Amo conversar com minhas irmãs e irmão. Mas chega de face. Chega de se contaminar com muito do que condeno. Não posso me igualar... fazer o mesmo... Por isso bloqueei uma nora... por um motivo... (o de me rejeitar continuamente...) e a outra por me assegurar que não mudaria nada em nosso relacionamento... Com meu neto... E começa uma campanha de exposição contra meu filho. (Meu filho... que usou de maldade comigo... me ferindo profundamente). E agora... como não bastasse... Já com a confirmação que ouvi da mana os desabafos dele com meu cunhado... Vem o outro filho... E acaba me dizendo que ele também falou com ele... E me disse que "eu sou assim mesmo..." Que eu devo saber que eu sou assim mesmo.
Assim mesmo como?
Porque sou pela integridade? Pela dignidade? Pela honra? Pela verdade?
Porque quero ensina-los que poderiam viver uma vida de paz se agissem como o "Princípio" da Palavra de Deus? Que teriam vitória com suas esposas?
Mas não... Ouvi que no passado também foi assim comigo e com o pai deles... Meu Deus! Sou por acaso parecida com essas noras egoístas?
Do jeito que ele falou (e falou normalmente... e já tinha falado outras vezes... o que então é o que eles pensam mesmo...)
Sofri o pão que o diabo amassou com o pai deles. É fato. A vida deles foi um inferno!!!
Ele disse que os meus netos ( os quatro ali sentados... olhando de rabo de olho...) são como eles eram... Como era com minha mãe... Sim. O pai deles os colocava contra em tudo que podia... E no caso dos meu netos então? Se não é ela... (que faria a vez do pai deles...) então seria ele mesmo a botar as crianças contra mim?
Não. Não. É o que eu sou. É o meu jeito. Ele disse: a mãe é assim. Eu disse para ele que a mãe é assim. Eu vou dormir com esse barulho!
Estou a vontade em escrever aqui... Desabafar meu próprio coração... Sei que aos "interessados" nesse teatro... Aqui não se chegam... Ninguém se chega... A não ser aqueles que acabei sabendo (ingenuidade a minha pensar que ninguém poderia ler... ou saber o que estou escrevendo...)
Estou enlouquecida de dor. No físico. (saúde) alma e psique.
No impulso do momento... Se hoje eu tivesse oportunidade de poder ir para longe... Me afastar dos filhos que me tem como uma pessoa "que é daquele jeito...", dos netos que não me aceitam... Estou cansada. Chega de implorar amor de filhos, netos, noras. Já pedi perdão. Sei que sempre que houve oportunidade pedi perdão. Agora... se não houve o perdão... Então... Posso descansar. A Paz está comigo.
No entanto... Me encontro no ponto que aos olhos dos meus filhos sou uma "mãe" que é impossível ter "convívio...". Um relacionamento sadio no dia a dia... Sou chata. Ruim. Segundo o desabafo do meu filho com meu cunhado... Eu mato ele ou ele acaba me matando... Isso foi para acabar comigo.
E o outro não disse as mesmas palavras duras... Mas concorda que sou "daquele jeito..." e não tem jeito... A mãe é desse jeito. Meu Deus! tem misericórdia de mim meu Deus. Em Nome de Jesus.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
TODA HONRA E PODER E DOMÍNIO... AO SENHOR NOSSO DEUS E PAI.
Antes de chegar a realizar o encontro com o Apóstolo muitos impedimentos aconteceram para que certamente me impedissem de ir me encontrar com ele. As pequenas decepções... A frustração de se sentir rejeitada... De não entender... A enfermidade... As noites sem dormir... Sem conseguir ler a Palavra de Deus... Sem conseguir orar...
A chegada hoje do filho q de princípio me fez tão feliz... Mas a medida q ele se expunha... Eu novamente sentia meu filho escapar dos meus braços... Do meu coração... E realmente fiquei muito triste.
A ponto de querer me jogar na cama e chorar para desabafar de tudo que entrou como uma contaminação de dor e tristeza...
E comecei a pensar em mamãe... E tudo que foi e profetizado sobre meu filho?
E meu filho agora cada vez mais distante. E mais triste. Mais abalado. Aflito. Sem paz. Como se já não bastasse olhar e ver o outro vivendo uma vida tão complicada... Tão miserável (aos meus olhos... Afinal... De repente... com certeza ele é mais feliz q eu como mãe... e o irmão com a vida tão atribulada... quem pode saber?)
Disse pra ele q não somente tinha perdido minha mãe como não esperava estar perdendo um filho também para as adversidades pessoais... Suas aflições... Suas ambições... Seu egoísmo... ele prefere ser egoísta. Acha que é normal. Tudo para ela parece normal. Mais fica autossuficiente... Mas vou perdendo sua presença... Mais distante vai ficando...
Um irmão que não sabe o que quer da vida... Uma nora que não me aceita... Por motivos pessoais com certeza... Por cegueira espiritual... Enfim... Mas que tudo vai acumulando pesar... Desconforto...
Eu fui. Nós fomos. E maravilhadas ouvimos o Apóstolo falar de mamãe... Nada que para nós fosse surpresa... Em absoluto.
Mas não foi o bastante para eu querer voltar... Querer ir no culto...
Creio que foram rompidas algumas tantas barreiras... Mas trouxe dentro de mim uma grande insegurança. O que é? Eu não sei. Eu não sei... Ou quem sabe eu sei... Talvez esperava ouvir algo como afirmação... E não ouvi... Será que vou congregar ali naquela Igreja onde Pepita congregou tantos anos? Acredito que foram mais de 15 anos congregando ali... Eu acompanhei... Tudo... Quase que passo a passo... Mas ao voltar... Gerou em meu coração que talvez não seja ali meu lugar para adorar ao Senhor.
- 07.01.14 -
A chegada hoje do filho q de princípio me fez tão feliz... Mas a medida q ele se expunha... Eu novamente sentia meu filho escapar dos meus braços... Do meu coração... E realmente fiquei muito triste.
A ponto de querer me jogar na cama e chorar para desabafar de tudo que entrou como uma contaminação de dor e tristeza...
E comecei a pensar em mamãe... E tudo que foi e profetizado sobre meu filho?
E meu filho agora cada vez mais distante. E mais triste. Mais abalado. Aflito. Sem paz. Como se já não bastasse olhar e ver o outro vivendo uma vida tão complicada... Tão miserável (aos meus olhos... Afinal... De repente... com certeza ele é mais feliz q eu como mãe... e o irmão com a vida tão atribulada... quem pode saber?)
Disse pra ele q não somente tinha perdido minha mãe como não esperava estar perdendo um filho também para as adversidades pessoais... Suas aflições... Suas ambições... Seu egoísmo... ele prefere ser egoísta. Acha que é normal. Tudo para ela parece normal. Mais fica autossuficiente... Mas vou perdendo sua presença... Mais distante vai ficando...
Um irmão que não sabe o que quer da vida... Uma nora que não me aceita... Por motivos pessoais com certeza... Por cegueira espiritual... Enfim... Mas que tudo vai acumulando pesar... Desconforto...
Eu fui. Nós fomos. E maravilhadas ouvimos o Apóstolo falar de mamãe... Nada que para nós fosse surpresa... Em absoluto.
Mas não foi o bastante para eu querer voltar... Querer ir no culto...
Creio que foram rompidas algumas tantas barreiras... Mas trouxe dentro de mim uma grande insegurança. O que é? Eu não sei. Eu não sei... Ou quem sabe eu sei... Talvez esperava ouvir algo como afirmação... E não ouvi... Será que vou congregar ali naquela Igreja onde Pepita congregou tantos anos? Acredito que foram mais de 15 anos congregando ali... Eu acompanhei... Tudo... Quase que passo a passo... Mas ao voltar... Gerou em meu coração que talvez não seja ali meu lugar para adorar ao Senhor.
- 07.01.14 -
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